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grupo de los domingos

Tradução e estudo coletiva - uma nova tessitura

Estabelecido em 2020, a convite de Jessica Gogan e Mônica Hoff, o Grupo de los Domingos é formado por sete artistas, curadores, educadores e pesquisadores dos campos da arte e da educação com atuação em diferentes contextos latino-americanos. O objetivo de sua criação deve-se ao interesse comum em gerar um processo coletivo de aprendizagem e investigação – uma nova tessitura – a partir da tradução de textos do Frederico Morais (1968 - 1972) e reflexões explorando sincronicidades e ressonâncias contemporâneas.

Com realização do Instituto MESA (Brasil), o patrocínio da Fundación Jumex Arte Contemporáneo (México) e a colaboração dos participantes e as organizações Museo de la Solidaridad Salvador Allende (Chile), TEOR/éTica (Costa Rica) e taller ediciones económicas (México), o Grupo de los domingos realizou traduções para o espanhol de textos pioneiros de Frederico Morais junto com reflexões críticas e poéticas – um Cronocolagem contemporâneo – textos, verbetes, desenhos e notas publicadas aqui em formato de ensaios e também como intervenções nos próprios textos de Frederico.

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Ignacia Biskupovic. Desenho a partir dos encontros do Grupo de los domingos, 2020.

Ignacia Biskupovic Artista visual e educador. Desde 2011 desenvolve e participa em iniciativas que articulam as artes e a pedagogia crítica em vários contextos, tanto dentro como fora da educação formal. Atualmente trabalha como responsável do programa Vínculo com o Território do Museu de Solidariedade Salvador Allende em Santiago do Chile, onde explora a mediação artística orientada para o desenvolvimento comunitário através da colaboração com os vizinhos do museu.

Jessica Gogan pesquisadora e diretora do Instituto MESA no Rio de Janeiro. Publicou Domingos da Criação: Uma coleção do experimental em arte e educação em colaboração com Frederico Morais (2017). Atua como co-editora e coordenadora geral do periódico bilíngue Revista MESA (2014 - 2021). Doutora em História da Arte pela Universidade de Pittsburgh (2016) e professora colaboradora no Programa de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense. É co-organizadora do grupo.

M.Paola Malavasi L. (cc. Lola Malavasi) Gestora e curadora cultural e uma das três codiretoras do TEOR/éTica, um espaço independente de arte contemporânea em San José, Costa Rica, onde trabalha desde 2011. Desde 2016 é curadora e facilitadora da Alter Academia. Com Miguel A. López foi curador da exposição "Virginia Pérez-Ratton. América Central: desejo de lugar" (MUAC-UNAM, 2019). Atualmente estuda tradução na Universidade Latino-Americana de Ciências e Tecnologia. Possui graduação em belas artes e diploma em moda do Savannah College of Art and Design, EUA, 2011.

Mônica Hoff Artista, curadora e pesquisadora. Investiga o campo de relações entre as práticas curatoriais, artísticas e educativas e como estas contribuem, friccionam e/ou determinam as políticas e pedagogias institucionais. Doutora em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2019). Atualmente, desenvolve o projeto pedagogia em público, em colaboração com o artista brasileiro Fábio Tremonte, e prepara junto a Eva Posas, Ni apocalipsis ni paraiso: meditaciones en el umbral, programa da segunda edição de Materia Abierta, México. É co-organizadora do grupo.

Nicolás Pradilla Editor. Atualmente investiga estratégias organizacionais e transbordamentos educacionais de práticas artísticas coletivas no México, na América Latina e no Caribe. Desde 2010 é codiretor da Taller ediciones económicas, voltada para a pesquisa artística e o conhecimento relacionado ao território. Ele publicou em mídias como Counter Signals, Gas TV, Terremoto, Horizontal e colabora com Islario. Agua, tierra, territorios. É autor de Un modelo de organización colectiva para la subjetivación política (t-e-e, 2019).

Renata Cervetto Formada em História da Arte (UBA) e concluiu o programa curatorial do Appel Arts Center (2013-14). Entre 2015-18 coordenou a área de Educação do MALBA e foi curadora da 11ª Bienal de Berlim (2019-20) juntamente com Agustín Pérez Rubio, Lisette Lagnado e María Berríos. Em 2016 editou com Miguel López Agítese antes de usar. Desplazamientos educativos, sociales y artísticos en América Latina (MALBA-TEOR/éTica).

Mariela Richmond Estudou Artes com ênfase em Design Gráfico e Ensino de Artes na Universidade da Costa Rica (UCR). Mestre em Artes Cênicas pela UCR. Professora e pesquisadora (IIARTE) da UCR. Co-fundadora da Fundación Memoria de las Artes Escénicas (LAMAE), faz parte do coletivo de arte-educação La Ruidosa Oficina e do coletivo de artistas visuais Franja Centroamericana. Recebeu duas vezes o Prêmio Nacional de Cenografia em 2014-2020 (Costa Rica).

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Encontro do Grupo de los domingos no Zoom, 2021.
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